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Vitória do campo: segurado especial fica fora do aumento previdenciário
Editora da Revista Viral Apresentadora do Programa Em Foco na Rádio CBS FM e integrante da equipe de jornalismo da Rádio. Assessora de comunicação da Coopeagri Produtora de Conteúdo Digital

Uma definição da Receita Federal trouxe alívio para milhões de trabalhadores do campo ao confirmar que a Lei Complementar nº 224/2025 não altera a contribuição previdenciária dos segurados especiais. Agricultores familiares, pescadores artesanais e extrativistas seguem contribuindo com alíquota de 1,5% sobre a receita bruta da comercialização da produção, sem o acréscimo de 10% previsto para o setor patronal rural a partir de abril de 2026.

A medida foi resultado da atuação do deputado Heitor Schuch, em conjunto com a Fetag, que levaram à Receita Federal as preocupações de produtores diante de interpretações divergentes da nova legislação. O parlamentar apresentou argumentos técnicos destacando que o segurado especial possui regime diferenciado e não se enquadra como contribuinte patronal, o que levou à revisão do entendimento inicial do órgão.

Com a confirmação oficial, mais de 4 milhões de trabalhadores do campo em todo o país passam a contar com segurança jurídica e previsibilidade para o planejamento da safra. A manutenção da alíquota representa não apenas a preservação da renda, mas também um estímulo à produção e ao desenvolvimento da agricultura familiar, considerada essencial para o abastecimento alimentar e a economia rural brasileira.

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